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Mostrando postagens com o rótulo abelhasnativas

O Segredo da Caixa: Por que o Volume Interno define o Sucesso na Meliponicultura

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  No universo da criação de abelhas sem ferrão, a escolha da caixa é talvez a decisão mais crucial que um meliponicultor, seja ele iniciante ou experiente, pode tomar. Muitas vezes, o debate se concentra em materiais ou na estética, mas a verdadeira chave para o sucesso está em dois fatores: o propósito da criação e o volume interno da caixa. Um erro comum é presumir que uma caixa serve para todos os propósitos. No entanto, o que funciona para um hobby pode ser inadequado para a conservação, e o que é usado para conservação é quase certamente ineficiente para a produção em escala. Hobby, Conservação ou Produção? Antes de escolher uma caixa, o criador deve se perguntar: qual é o meu objetivo? O Hobby (Manejo): O meliponicultor quer interagir, manejar a colônia, observar a cria e colher um pouco de mel para consumo próprio. Modelos populares como o "modelo ÍNPA" são ideais para isso, pois permitem o fácil acesso e a visualização da estrutura da ...

Para as abelhas, ano bom não foi

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                                O ano que se encerra não se mostrou muito promissor para as abelhas nativas, principalmente as abelhas sem ferrão. Na expectativa de termos nas mãos uma legislação enxuta, moderna, condizente com a realidade dos tempos atuais, o que se vê é uma clara disposição de atender interesses de grupos econômicos que se preocupam mais em ganhar dinheiro com as abelhas nativas do que em conservá-las. O último parecer do relator da matéria que trata da regulamentação da meliponicultura no Brasil, na Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania, o deputado Lucas Redecker, ao invés de limpar a pauta que já estava confusa nos projetos de lei e seus substitutivos sobre a matéria, acaba por endossar aquilo que não é endossável, que é exatamente um forte destaque na categorização da exploração econômica dessas abelhas Para isto, o deputado se baseou em premissa falsa e na opinião...

Meliponicultura, sustentável ou responsável?

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  Em um artigo passado, você pode acessar no link aqui , fiz uma abordagem sobre a necessidade de segmentação dos atores da meliponicultura, haja vista a estrema diversidade de articulações conflitantes em andamento, cada uma, como se diz, “puxando sardinha pro seu lado”. O problema é que algumas dessas puxadas de sardinha não são tão nobres assim, ou mesmo são bastante perniciosas para a conservação das abelhas sem ferrão. Pois bem, por que segmentar? Muitas pessoas, bem-intencionadas, seduzidas ou mal-informadas, acabam por seguir uma trajetória que não traduz sua intencionalidade. É o caso daqueles que se engajam na missão de conservar as abelhas, mas seguem diretrizes completamente contraditória a sua intenção. Segmentando, temos condições de tipificar quem é quem na meliponicultura, permitindo os estabelecimento de alianças entre pensamentos comuns, otimizando as ações de conservação que é nosso principal propósito. Os atores na meliponicultura brasileira são ba...

Reflexões sobre a meliponicultura no Brasil

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  Os acontecimentos, nos últimos anos, tem nos levado a reflexões profundas sobre o estado atual da arte da meliponicultura. Devido a interesses diversos nesta área, em que uma multiplicidade de atores vem atuando, às vezes de forma conflitante, é necessário definirmos segmentações de interesses mais amplos para que os atores sejam claramente identificados permitindo alianças mais profundas para se alcançar as melhores práticas para a conservação das abelhas sem ferrão. Sim, caro observador, se você cria abelha sem ferrão, é necessário saber em que lado desse universo chamado de Meliposfera você está. Se você cria abelha sem ferrão, ou se interessa pelo assunto, saiba que a meliponicultura vem passando por um período conturbado nos últimos anos com a expansão de técnicas de criação e manejo, algumas questionáveis. Antes restrita a comunidades tradicionais, principalmente no Norte e Nordeste do país,   e a institutos de pesquisa, esta prática explodiu a partir de 2010. ...

7 Princípios Por Uma Meliponicultura Responsável

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S e você está acessando um dos nossos conteúdos das redes sociais saiba que temos um pacto por uma meliponicultura responsável com nossos parceiros de projetos e apoiadores. É um compromisso que reflete bem nosso pensamento sobre a criação de abelhas sem ferrão. Se você é adepto desses 7 princípios está acreditado para futuras parcerias conosco.   7 Princípios por uma Meliponicultura Responsável   1)      Abelhas sem ferrão são espécies silvestres, e como tal devem ser respeitadas.       2)     Só criar espécies locais (de distribuição na região geográfica de ocorrência natural) 3)     Não capturar enxames em ninhos-armadilha para comercialização. 4)     Estar ciente de que a criação de ninhos, quanto mais distante do local da fundação natural demandará mais atenção e cuidados, cujos riscos serão proporcionais a distância. 5)    ...

A meliponicultura precisa ser repensada: Por uma nova linha de pensamento

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Por Murilo S. Drummond (1)(2), Frederico O. Drummond (2) e Adailton G. Pinheiro (3) 1- Associação Maranhense Para a Conservação da Natureza (MA) 2- Instituto Abelhas Nativas (MG) 3- Associação dos Meliponicultores do Espírito Santo (ES)   Nas duas últimas décadas, a prática da meliponicultura, que é a criação e manejo das abelhas nativas sem ferrão, vem dando saltos significativos de adeptos. O desenvolvimento das caixas modulares que facilitou o manejo das colônias, principalmente a sua divisão, foi um dos fatores que contribuíram para a disseminação da prática. Outros fatores vieram na esteira do aperfeiçoamento do manejo e das tecnologias associadas. Estimulados pelos resultados de projetos comunitários de meliponicultura produtivista, esta prática começou a se disseminar para as regiões sul e sudeste do Brasil. Foram nesses projetos que comunidades tradicionais do norte e nordeste destacavam a geração de renda e as potencialidades do mel dessas abelhas. Contudo, longe...

Nova Identidade Visual do Instituto Abelhas Nativas traz em seu conceito um convite a conexões

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  O Instituto Abelhas Nativas está de cara nova! Apresentamos a nossa logo, que reforça o conceito da atitude individual que gera impacto no todo, ampliando a percepção do cuidado  que precisamos ter com a biodiversidade do planeta. Quando visualizamos a nova marca podemos ver ao mesmo tempo uma colmeia e uma abelha. Para nós, traduzir a importância de cada um no cuidado com as abelhas nativas e o valor desse compromisso para todos, é o maior desafio que vivemos dia após dia e que certamente  nos motivou a definir a composição da identidade visual. A marca na realidade expressa um convite "as abelhas salvam o mundo, o que podemos fazer por elas?" A resposta se traduz na escolha de inserir o nome "Instituto Abelhas Nativas" abaixo da imagem, como apoio. E é justamente através das iniciativas de apoio ao manejo consciente das abelhas, da parceria com outras entidades como Associações de Meliponicultores e da união que possibilita que parte dos recursos investidos pel...

Parcerias para capacitação e fortalecimento da Meliponicultura

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Enxergar desafios como desafios e não como impedimentos,  transforma atitudes em ações consistentes de comprometimento com o futuro das abelhas nativas  no país.  Esse é o exemplo inspirador da AME - ES,  Associação de Meliponicultores do Estado do Espírito Santo. Assumindo o protagonismo necessário à preservação ambiental, a AME - ES, foi além da percepção do que podemos fazer para que o trabalho das abelhas nativas seja valorizado e optou pela potencialização do conhecimento que transforma, atuando diretamente na formação dos seus Associados. Através da parceria com o IAN -  Instituto Abelhas Nativas , incentivou a matrícula em capacitações sérias e práticas, reconhecidas por serem testadas ao longo de anos de experiência e compartilhadas em cursos específicos, destinados aos  meliponicultores e interessados em investir na criação de abelhas sem ferrão. Muitos associados são aposentados e querem criar abelhas com fins conservacionistas e alternativa de in...